Separação e suas modalidades
Executa a separação com jornada de coletor, rota por zona, retomada do que parou e caminho de contingência.
Separação: do cockpit ao coletor
A onda liberada vira tarefa, a tarefa vira bipe no coletor, e o cockpit é onde a supervisão enxerga o andamento e trata o que travou.
Executar a coleta física com rastro linha a linha, sem o operador precisar decidir nada, e dar à supervisão uma visão do que está pendente, do que está em curso e do que parou, enquanto ainda dá para agir.
- Cockpit de Separação
- Tarefas de Separação
- Detalhe de Separação
- Não serve como relatório histórico: o cockpit existe para acompanhar e destravar enquanto a execução acontece, e depois do embarque o que se consulta é o registro da carga.
- Não interrompe quem já está executando: subir a prioridade muda a ordem de quem ainda não começou, e a tarefa em curso segue até o fim ou até ser devolvida à fila.
- Não junta fisicamente pedidos diferentes: cada leitura continua pertencendo à linha de origem dela, e misturar sem rastro tira da conferência de saída o critério para dizer o que é de quem.
- Não desfaz o que já saiu da origem quando uma tarefa é cancelada: o material coletado continua registrado no equipamento e precisa ser entregue em algum destino antes de o cancelamento ser tratado.
- Não expõe ao operador a que pedido cada unidade se destina numa missão de onda: quem reparte é o sistema, e a informação por pedido vive no detalhe de separação e no livro-razão.
- Não soma quantidades que a onda pede para o mesmo produto quando o lote, a validade ou a data de fabricação diferem, nem quando a unidade de medida é outra: nesses casos a confirmação continua sendo uma por vez.
- Não agrupa por onda o que está em endereços diferentes: a soma vale para um endereço por vez, e cada posição continua sendo uma visita.
O papel da expedição: etiqueta de volume, etiqueta de carga e folha de separação
Os três papéis que a saída usa, a etiqueta que vai colada no volume, a etiqueta do embarque e a folha que o separador encontra à espera dele, cada um com o seu processo, o seu conteúdo e o seu ponto de impressão.
Fazer o papel dizer o que a doca precisa saber. A etiqueta do volume leva destinatário, cidade, transportadora, código de rastreio e a posição do volume no pedido, o que permite despachar sem consultar lista. A etiqueta da carga identifica fisicamente o embarque, quem leva, por onde e o que vai dentro. A folha de separação chega ao corredor no momento em que a tarefa é liberada, com o número da tarefa em barras e, quando a zona quiser, o detalhe do que buscar em cada endereço.
- Detalhe de Embalagem
- Carregamento & Expedição
- Detalhe de Separação
- Zona de Separação
- Etiquetas ZPL
- Pontos de Impressão
- Não completa o que falta no cadastro: informação ausente sai como traço no papel, e a correção é feita no pedido ou no cadastro antes de reimprimir.
- Não reimprime a folha de separação por uma tela: ela é pedida quando a tarefa é liberada. Quando o papel se perde, a tarefa continua inteira no coletor.
- Não move a carga: a etiqueta do embarque é papel, não ato, ela não libera, não fecha, não expede e não muda a situação de nada.
- Não escolhe impressora pela tela: quem pede a impressão não escolhe o ponto, e a ordem de escolha é a mesma para todos os caminhos, zona, preferência da pessoa, padrão do processo, padrão do armazém.
- Não entrega o papel à impressora: o sistema coloca o trabalho na fila; quem retira e entrega é o agente instalado na máquina do armazém, e o endereço da impressora vive lá.
- Não avisa sozinho que a impressora parou: o sinal é o trabalho parado na fila, e é o Monitor da Fila que o mostra.
- Não imprime uma folha por linha de separação: a folha é por tarefa, e a lista de linhas vai dentro dela quando a zona escolhe o modelo detalhado.