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Regras e jornadas configuráveis

O processo como cadastro: a jornada do operador e as regras que decidem, sem depender de código novo.

4 capacidades, todas disponíveis · situação declarada capacidade a capacidade

Disponível

Motor de estratégias de regra

Define, para cada decisão do sistema, qual critério vale na alocação, na guarda e no reabastecimento.

Regras operacionais: ensinar o sistema a decidir sozinho

Um conjunto de critérios que o sistema consulta toda vez que precisa escolher um endereço, um saldo ou uma ordem de trabalho, em vez de perguntar a alguém.

Transformar o conhecimento que hoje está na cabeça do supervisor em decisão automática. A regra descreve um recorte da operação (este tipo de produto, nesta condição) e diz o que fazer quando o caso aparece. A partir daí o sistema decide igual todos os dias, no primeiro e no último turno, com o supervisor presente ou não.

  • Inteligência Operacional
  • Itens
  • Zona de Armazenagem
  • Finalidades
  • Central de Missões
O que não faz
  • Não refaz o que já foi decidido: a missão criada sob a regra anterior mantém origem, destino e saldo com que nasceu, e a regra nova só vale da próxima decisão em diante. Quem precisa mudar o que já está na fila tem de tratar a fila também.
  • Não resolve o caso isolado de um dia: caso isolado se trata na tela da operação. Regra criada para um episódio continua valendo depois que o episódio passou, e ninguém lembra dela.
  • Não completa o cadastro que ela consulta: condição que aponta para um atributo em branco no item nunca é verdadeira, e a regra fica inerte sem avisar. Os atributos se preenchem em Cadastros Mestres > Itens.
  • Não avisa quando deixa de agir: regra vencida por outra de prioridade melhor continua ativa na tela. Descobrir isso é percorrer a lista do domínio em ordem de prioridade, de cima para baixo, até achar a primeira que passa nas condições do caso.
  • Não desempata duas regras com o mesmo número de prioridade: com empate, a escolha deixa de ser decisão de negócio e o comportamento passa a oscilar. A ordem precisa ser numerada com espaço entre as regras.

Finalidade do endereço: a ordem em que o estoque é consumido

A finalidade diz o que um endereço é, face de separação, pulmão, doca, ponto de troca, e, principalmente, em que ordem o saldo guardado nele deve sair.

Fazer o armazém consumir o estoque na ordem certa sem depender da memória do operador. Em vez de alguém decidir de qual palete tirar, o endereço já carrega a regra: aqui sai o que vence antes, ali sai o que chegou antes, naquela rua sai o de cima porque é o único que dá para alcançar.

  • Finalidades
  • Locais
  • Tipos de Local
  • Saldos
O que não faz
  • Não trata caso de lote específico: bloqueio e recolhimento se resolvem no estoque. Mexer no cadastro do endereço para resolver um lote muda o comportamento de todo saldo guardado naquela área.
  • Não captura a data de validade: ela é pedida na entrada conforme o que estiver definido em Avançado > Perfis Atributos. Sem a data, a ordem por vencimento não tem o que comparar e o consumo recai sobre a ordem de chegada, com o cadastro dizendo uma coisa e a operação fazendo outra.
  • Não refaz as missões já criadas: elas mantêm a decisão tomada quando nasceram. A ordem nova vale para as decisões seguintes, e a fila existente ou drena, ou é cancelada para ser recriada.
  • Não muda nada enquanto não estiver vinculada a um endereço: finalidade cadastrada e sem vínculo em Cadastros Mestres > Locais não altera absolutamente nada na operação.
  • Não descreve o produto, descreve o endereço: o mesmo item em pulmão e em face precisa de duas finalidades, uma por área. Tentar resolver as duas necessidades com uma só obriga a escolher qual área fica com o comportamento errado.

Decisões da contagem na Inteligência Operacional: quando fecha, onde e em que ordem se conta, o par, a expansão e o prazo do perdido

Uma regra do domínio Contagem (Inventário) na Inteligência Operacional decide, por armazém, depositante e condição, como a contagem se comporta: se a contagem que bate fecha, em que sequência se visita, a tolerância, o endereço em qualidade, de onde sai a falta, quando se pedem os atributos, o prazo do perdido, onde se conta, em que ordem, até onde o fecho procura o par e até onde uma divergência grande espalha a contagem.

Dar ao consultor o mesmo instrumento que ele já usa na guarda, na separação e no reabastecimento para ajustar a contagem ao cliente, e com exceção onde ela é pedida: um prazo do perdido diferente para um item caro, uma tolerância só para uma família barata, a rua inteira contada quando um endereço diverge muito. Sem regra, cada decisão vale o padrão de fábrica.

  • Inteligência Operacional
  • Programa de Contagem
  • Mesa de Apuração
  • Zona de Armazenagem
O que não faz
  • Não alarga o programa: o universo da regra só aperta o recorte que o programa escolheu.
  • Não cria plano de contagem: quem cria é o programa; a regra só decide onde, em que ordem e como.
  • Não mostra na simulação qual regra apertou o universo ou ordenou o plano: o efeito aparece nos números.
  • Não decide quais atributos o coletor pede: isso é o perfil de atributos do item.
  • Não expande a divergência que achou o par.
  • Não guarda a frequência por classe, a alçada nem quem aprova: esses moram no cartão de governança dos cadastros.
  • Não conta a contagem dentro da tolerância como divergência, e não lança nada sobre ela.
Disponível

Regra de giro e curva

Classifica os produtos por velocidade de saída e alimenta as decisões de posição e de endereço.

Régua de giro: quem é A, quem é B, quem é C

Os cortes que separam o produto que sai muito do que sai pouco, e a apuração que aplica essa classificação ao catálogo inteiro.

Dar ao sistema um critério objetivo de velocidade de saída, para que ele saiba onde vale a pena guardar cada coisa. O produto de alto giro merece o endereço mais perto e mais acessível; o de baixo giro pode ir para o fundo e para a altura. Sem a régua, essa decisão fica dependendo de quem estava de plantão quando a mercadoria chegou.

  • Régua de Giro
  • Itens
  • Zona de Armazenagem
  • Slotting (Otimização)
  • Auditoria (Ledger)
O que não faz
  • Não força um produto a ficar em um endereço específico: a régua trata do catálogo, não da exceção. Para prender um item a uma área existe a preferência de zona no cadastro do item.
  • Não move estoque: a apuração muda a classe do produto no catálogo e o que já está guardado continua onde está. O rearranjo físico passa pelas sugestões de reposicionamento, liberadas em blocos.
  • Não classifica as áreas: enquanto as zonas de armazenagem não tiverem curva declarada, não existe com o que comparar a curva do produto, e a classificação fica sendo apenas informação de cadastro.
  • Não grava nada enquanto a classificação não for aplicada: a execução mostra a classe que cada produto receberia, e só a ação de aplicar toca no catálogo.
  • Não inventa histórico: produto sem movimentação no período cai na classe de menor giro por falta de dado, inclusive no lançamento, quando ele mais é buscado. Esse caso é tratado por classificação manual até haver período apurado.
Disponível

Jornada do coletor como dado

A sequência de telas que o operador percorre é cadastro, não programação. Mudar o processo do cliente é mudar dado.

Roteiros do coletor: mudar a rotina sem programar

A sequência de telas que o operador percorre para executar uma rotina, montada passo a passo no painel.

Ajustar a rotina de chão à realidade de cada operação sem depender de desenvolvimento. Um armazém que precisa conferir a doca antes de descarregar, outro que precisa pesar o volume, outro que precisa perguntar se a carga veio lacrada: os três usam o mesmo sistema, cada um com o seu roteiro.

  • Workflows
  • Tipos de Transação
  • Inteligência Operacional
  • Central de Missões
O que não faz
  • Não decide qual saldo o sistema escolhe nem qual endereço ele sugere: isso é da regra operacional e da finalidade do endereço. Acrescentar passos para corrigir decisão transfere para o operador uma escolha que era do sistema.
  • Não define quem pode executar a rotina: isso é do perfil de acesso, não do caminho de tela.
  • Não define o efeito sobre o estoque: quem diz isso é o tipo de transação vinculado ao fluxo. Roteiro certo com tipo de transação errado leva a operação a um efeito diferente do pretendido.
  • Não muda a execução que já começou: quem está no meio da rotina segue com o caminho que tinha até encerrar. É por isso que alteração de roteiro não se faz no meio do turno de pico.
  • Não preenche as listas que os passos consultam: passo apontando para cadastro sem registro válido trava o operador sempre no mesmo ponto, sem opção para escolher, e o problema está no cadastro, não no roteiro.
Disponível

Modo missão

Modo de operação alternativo, ligável por dono da mercadoria, que atravessa guarda, separação, embalagem, expedição e carregamento.

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