QUANNTCOsupply chain intelligenceVer o site

Plataforma, integração e agentes

Integração com o ERP, impressão, controle de acesso e a camada de agentes embarcados.

6 capacidades, 4 disponíveis · situação declarada capacidade a capacidade

Parcial

Assistentes especializados embarcados

Assistentes embarcados que analisam a operação e propõem ação, posicionamento de estoque, rota, auditoria de saldo, limite de estoque, acompanhamento da separação, e a montagem de jornada, painel e integração. Cada decisão proposta fica gravada, com o que a motivou.

Nenhum assistente executa sozinho no estoque. A proposta é material de decisão, não ordem de serviço.

Disponível

Impressão e etiqueta

Modela a etiqueta, o ponto de impressão, o padrão por processo e a preferência de cada pessoa.

O papel da expedição: etiqueta de volume, etiqueta de carga e folha de separação

Os três papéis que a saída usa, a etiqueta que vai colada no volume, a etiqueta do embarque e a folha que o separador encontra à espera dele, cada um com o seu processo, o seu conteúdo e o seu ponto de impressão.

Fazer o papel dizer o que a doca precisa saber. A etiqueta do volume leva destinatário, cidade, transportadora, código de rastreio e a posição do volume no pedido, o que permite despachar sem consultar lista. A etiqueta da carga identifica fisicamente o embarque, quem leva, por onde e o que vai dentro. A folha de separação chega ao corredor no momento em que a tarefa é liberada, com o número da tarefa em barras e, quando a zona quiser, o detalhe do que buscar em cada endereço.

  • Detalhe de Embalagem
  • Carregamento & Expedição
  • Detalhe de Separação
  • Zona de Separação
  • Etiquetas ZPL
  • Pontos de Impressão
O que não faz
  • Não completa o que falta no cadastro: informação ausente sai como traço no papel, e a correção é feita no pedido ou no cadastro antes de reimprimir.
  • Não reimprime a folha de separação por uma tela: ela é pedida quando a tarefa é liberada. Quando o papel se perde, a tarefa continua inteira no coletor.
  • Não move a carga: a etiqueta do embarque é papel, não ato, ela não libera, não fecha, não expede e não muda a situação de nada.
  • Não escolhe impressora pela tela: quem pede a impressão não escolhe o ponto, e a ordem de escolha é a mesma para todos os caminhos, zona, preferência da pessoa, padrão do processo, padrão do armazém.
  • Não entrega o papel à impressora: o sistema coloca o trabalho na fila; quem retira e entrega é o agente instalado na máquina do armazém, e o endereço da impressora vive lá.
  • Não avisa sozinho que a impressora parou: o sinal é o trabalho parado na fila, e é o Monitor da Fila que o mostra.
  • Não imprime uma folha por linha de separação: a folha é por tarefa, e a lista de linhas vai dentro dela quando a zona escolhe o modelo detalhado.

Etiquetas e impressão: o modelo, a impressora e a fila

O modelo da etiqueta que sai na impressora, o processo que a usa, o ponto do galpão onde ela sai e a fila que mostra cada trabalho até o papel.

Fazer a informação chegar em papel no lugar certo, sem ninguém digitar nada. O modelo define o desenho e quais informações aparecem; o processo diz em que momento aquele desenho é usado; o ponto de impressão define em que impressora do galpão o papel sai; e a fila mostra cada trabalho pedido, do pedido ao papel, com o que fazer quando ele não chega.

  • Etiquetas ZPL
  • Pontos de Impressão
  • Agente de impressão
O que não faz
  • Não completa o que falta no cadastro: campo sem informação sai com um traço no papel, e a correção é feita no cadastro de origem antes de reimprimir.
  • Não conserta etiqueta já impressa: informação cortada ou código ilegível se resolve acertando as medidas do modelo contra o papel que está na impressora e imprimindo de novo, nunca escrevendo a caneta.
  • Não entrega o papel à impressora: o sistema coloca o trabalho na fila, e quem retira e entrega é o agente instalado numa máquina do armazém. O endereço da impressora vive na configuração dele.
  • Não avisa que a impressora parou: o sinal é o trabalho parado na fila, e é o Monitor da Fila que o mostra, por isso a conferência antes do turno vale mais que qualquer alerta.
  • Não decide o conteúdo de cada papel da operação: o que vai na etiqueta do volume, na da carga, na folha de separação e na da unidade logística do recebimento está nas fichas desses processos.
  • Não imprime sem layout ativo para o processo: layout é cadastro de tela, feito uma vez por instalação, e não vem pronto, sem ele, a rotina recusa e diz o que falta.

Planejar os paletes pela norma e etiquetar antes de a carga chegar

No documento de entrada, o sistema monta as unidades logísticas pela norma de paletização do produto, um código por palete, com produto, lote e quantidade, e manda as etiquetas para a impressora do armazém antes de o veículo encostar.

Preparar a descarga quando o fornecedor não identifica o palete na origem. O planejador pede a sugestão, confere palete a palete o que o sistema montou, aceita, salva e imprime: cada palete passa a ter um código que a doca lê em um bipe, e a etiqueta já traz a lista do que aquele palete tem de conter. Uma linha de 150 unidades de um produto cuja norma é 60 vira três unidades logísticas, 60, 60 e 30.

  • Documentos de Entrada
  • Monitor de Contentores
  • Itens
  • Depositantes
  • Etiquetas ZPL
  • Pontos de Impressão
O que não faz
  • Não gera o código padronizado internacional de contentor: o código que o sistema cria é próprio do armazém e serve para a leitura interna, código internacional exige um prefixo de empresa que o sistema não cadastra hoje.
  • Não junta produtos diferentes no mesmo palete sugerido: cada unidade logística leva um produto e um lote, ainda que o cadastro do produto permita palete misto. Palete misto continua possível criando a unidade à mão.
  • Não estima a norma de quem não tem: produto sem norma cadastrada volta como impedimento, e não como palete com quantidade arredondada.
  • Não grava nada ao sugerir: as unidades logísticas aceitas só passam a existir quando o documento é salvo, e a etiqueta só sai do que está salvo.
  • Não cria o layout da etiqueta nem a impressora: os dois são cadastro de tela, feitos uma vez, e sem eles o pedido de impressão é recusado com a frase que diz o que falta.
  • Não confere se o palete físico foi montado como o papel diz: a leitura em um bipe recebe o que a etiqueta promete, e a diferença só aparece quando alguém abre o palete.
Disponível

Central de integração

Canais, credenciais, eventos e o contrato de cada troca com quem está fora do armazém, sem repetir movimento já processado.

Canais de integração: como o sistema conversa com os outros

Um canal é o combinado registrado no sistema para receber e enviar informação de um parceiro específico: quem é ele, para onde a informação vai, com que credencial e onde o que chega é depositado.

Parar de digitar duas vezes. O pedido que nasce no sistema do dono da mercadoria entra aqui sozinho; a confirmação de que a carga saiu volta para ele sozinha. Cada parceiro tem o seu canal, com a sua credencial, e o que acontece em um não afeta o outro.

  • Canais de Integração
  • Tokens OAuth2
  • HUB Control Center
  • Histórico de Processamento
  • Manual de Integração
O que não faz
  • Não cadastra item nem endereço do depositante: o que chega citando produto que não está no catálogo fica retido, e a saída é completar o cadastro de itens e reprocessar pelo histórico.
  • Não faz o parceiro enviar: canal saudável com queda de volume e nenhuma falha aponta para o lado de lá, e o assunto passa a ser contato com o parceiro, não correção de cadastro.
  • Não desfaz documento duplicado que já virou movimentação: cancelar a duplicata só resolve antes de a mercadoria se mexer; depois disso o acerto é de estoque.
  • Não renova credencial sozinho: o aviso de Expira Breve avisa, e quem pede a emissão nova ao parceiro e substitui é a equipe, no mesmo turno.
  • Não vale a pena para troca pontual de poucas dezenas de linhas: isso se resolve por digitação ou carga em massa, e o canal cobra acompanhamento e renovação para sempre.

Carga inicial de dados na implantação

Subir de uma vez a estrutura de endereços, o catálogo de itens, os parceiros e o saldo inicial, em vez de digitar registro por registro na semana de virada.

Encurtar a implantação e eliminar o erro de digitação em massa. Um porta-paletes com milhares de posições é criado de uma vez, com a numeração e a hierarquia de rua, coluna e nível já corretas, trabalho que digitado consome semanas e ainda sai com falha.

  • HUB Control Center
  • Locais
  • Itens
  • Saldos
O que não faz
  • Não serve para manutenção do dia a dia: dez itens novos por semana se cadastram na tela, e carga repetida sem necessidade sobrescreve parametrização que a operação ajustou ao longo de meses.
  • Não classifica endereço sozinho: posição carregada sem zona, sem tipo de local e sem finalidade existe no mapa e não é alcançada por nenhuma regra automática, a classificação tem de vir definida antes.
  • Não desfaz carga executada duas vezes: saldo somado em dobro se acerta pelo processo de inventário, com registro, e nunca apagando saldo direto para o número fechar.
  • Não congela o galpão: se a movimentação continuar entre a contagem e a subida do saldo inicial, o estoque nasce errado no primeiro minuto, e a parada é combinada no procedimento da casa.
  • Não prova que o resultado é utilizável: só a separação de ponta a ponta no coletor mostra isso, porque conferência de tela sozinha não pega conversão de embalagem torta nem placa que não bate com a numeração.
Parcial

Retenção e expurgo de histórico

Uma tela onde se declara por quanto tempo cada tipo de histórico deveria ficar ao alcance da consulta.

Hoje é declaração de política. O descarte automático ainda não roda.

Disponível

Resiliência, monitoramento e sessão

O que o sistema observa de si mesmo: disponibilidade, sessões conectadas e registro de chamada.

Colaboradores, perfis de acesso e sessões

Quem entra no sistema, o que cada pessoa pode fazer, em que unidades e para quais donos de mercadoria, e como acompanhar quem está conectado agora, com qual equipamento, e por que uma sessão caiu.

Fazer com que cada ação tenha dono. O perfil define o que a pessoa enxerga e pode executar; a autorização por unidade e por dono de mercadoria define até onde isso alcança; a sessão registra quem está conectado, em qual equipamento, em qual armazém e desde quando. Cada matrícula tem uma sessão por vez, e é essa contagem de conectados que a franquia de usuários do cliente acompanha. Junto, isso é o que permite responder quem fez cada movimentação sem depender de alguém lembrar.

  • Colaboradores
  • Sessões Ativas
  • Equipamentos
  • Franquia de Usuários
O que não faz
  • Não controla jornada nem escala: aqui se registra o que a pessoa pode fazer no sistema, não quando ela trabalha.
  • Não derruba sessão aberta quando o cadastro é inativado: inativar impede o próximo acesso, e a sessão que já está no coletor precisa ser encerrada em Usuários e Acessos > Sessões Ativas, na mesma passada.
  • Não aplica mudança de perfil ou de autorização na hora: quem está conectado segue com a permissão anterior, e o menu só muda no acesso seguinte, quando itens aparecem ou somem sem aviso.
  • Não confere se a habilitação registrada existe de fato: o equipamento é liberado a partir do código de licença que está no cadastro, e licença registrada sem lastro transforma o controle em formalidade que não protege ninguém.
  • Não cadastra os equipamentos do galpão: eles vêm de Operação Logística > Equipamentos, e sem estarem identificados não há contra o que conferir a licença da pessoa.
  • Não mantém a mesma matrícula conectada em dois aparelhos: a entrada mais recente, no coletor ou no painel, encerra a sessão anterior, e quem estava no aparelho antigo volta à tela de entrada.
  • Não conta tela aberta como uso: os trinta minutos correm desde o último toque, tecla ou clique, e o painel parado cai do mesmo jeito que o coletor parado.
  • Não desconecta o operador quando o equipamento é liberado: sessão e custódia do equipamento são coisas separadas, e o operador só volta à escolha do equipamento.
  • Não controla quantas pessoas podem estar conectadas ao mesmo tempo: isso é a franquia de usuários do cliente, que tem ficha própria.
Disponível

Fila de impressão com repetição

Fila dos trabalhos de impressão, do pedido ao concluído, com repetir e cancelar quando a impressora falha.

O papel da expedição: etiqueta de volume, etiqueta de carga e folha de separação

Os três papéis que a saída usa, a etiqueta que vai colada no volume, a etiqueta do embarque e a folha que o separador encontra à espera dele, cada um com o seu processo, o seu conteúdo e o seu ponto de impressão.

Fazer o papel dizer o que a doca precisa saber. A etiqueta do volume leva destinatário, cidade, transportadora, código de rastreio e a posição do volume no pedido, o que permite despachar sem consultar lista. A etiqueta da carga identifica fisicamente o embarque, quem leva, por onde e o que vai dentro. A folha de separação chega ao corredor no momento em que a tarefa é liberada, com o número da tarefa em barras e, quando a zona quiser, o detalhe do que buscar em cada endereço.

  • Detalhe de Embalagem
  • Carregamento & Expedição
  • Detalhe de Separação
  • Zona de Separação
  • Etiquetas ZPL
  • Pontos de Impressão
O que não faz
  • Não completa o que falta no cadastro: informação ausente sai como traço no papel, e a correção é feita no pedido ou no cadastro antes de reimprimir.
  • Não reimprime a folha de separação por uma tela: ela é pedida quando a tarefa é liberada. Quando o papel se perde, a tarefa continua inteira no coletor.
  • Não move a carga: a etiqueta do embarque é papel, não ato, ela não libera, não fecha, não expede e não muda a situação de nada.
  • Não escolhe impressora pela tela: quem pede a impressão não escolhe o ponto, e a ordem de escolha é a mesma para todos os caminhos, zona, preferência da pessoa, padrão do processo, padrão do armazém.
  • Não entrega o papel à impressora: o sistema coloca o trabalho na fila; quem retira e entrega é o agente instalado na máquina do armazém, e o endereço da impressora vive lá.
  • Não avisa sozinho que a impressora parou: o sinal é o trabalho parado na fila, e é o Monitor da Fila que o mostra.
  • Não imprime uma folha por linha de separação: a folha é por tarefa, e a lista de linhas vai dentro dela quando a zona escolhe o modelo detalhado.

Etiquetas e impressão: o modelo, a impressora e a fila

O modelo da etiqueta que sai na impressora, o processo que a usa, o ponto do galpão onde ela sai e a fila que mostra cada trabalho até o papel.

Fazer a informação chegar em papel no lugar certo, sem ninguém digitar nada. O modelo define o desenho e quais informações aparecem; o processo diz em que momento aquele desenho é usado; o ponto de impressão define em que impressora do galpão o papel sai; e a fila mostra cada trabalho pedido, do pedido ao papel, com o que fazer quando ele não chega.

  • Etiquetas ZPL
  • Pontos de Impressão
  • Agente de impressão
O que não faz
  • Não completa o que falta no cadastro: campo sem informação sai com um traço no papel, e a correção é feita no cadastro de origem antes de reimprimir.
  • Não conserta etiqueta já impressa: informação cortada ou código ilegível se resolve acertando as medidas do modelo contra o papel que está na impressora e imprimindo de novo, nunca escrevendo a caneta.
  • Não entrega o papel à impressora: o sistema coloca o trabalho na fila, e quem retira e entrega é o agente instalado numa máquina do armazém. O endereço da impressora vive na configuração dele.
  • Não avisa que a impressora parou: o sinal é o trabalho parado na fila, e é o Monitor da Fila que o mostra, por isso a conferência antes do turno vale mais que qualquer alerta.
  • Não decide o conteúdo de cada papel da operação: o que vai na etiqueta do volume, na da carga, na folha de separação e na da unidade logística do recebimento está nas fichas desses processos.
  • Não imprime sem layout ativo para o processo: layout é cadastro de tela, feito uma vez por instalação, e não vem pronto, sem ele, a rotina recusa e diz o que falta.

Quer ver isto na sua operação?

Pedir diagnóstico