DisponívelItem e atributos
Cadastra o produto, seus códigos de barras, unidades, atributos de separação e substitutos.
Catálogo de itens: o que o sistema precisa saber sobre cada produto
O cadastro de produto é onde se declara como o item é contado, se ele tem validade, se exige número de série e em que condição ele pode ou não ser aceito e despachado.
Permitir que as rotinas decidam sozinhas. É o cadastro do item que diz quantas peças tem uma caixa, se a saída deve respeitar a validade, quanto de vida útil ainda precisa restar para a mercadoria ser aceita, e se o operador deve ler uma série na passagem. Cada campo em branco vira uma pergunta que sobra para a pessoa no corredor.
O que não faz- Não corrige diferença de estoque nem conserta uma entrada específica: o que se declara aqui vale para todo o histórico futuro do produto, e não para um documento que já foi registrado.
- Não trata a mercadoria de prazo curto que já entrou antes de os percentuais mínimos serem preenchidos: a avaliação passa a valer nas próximas chegadas, e o saldo existente é resolvido com o dono da mercadoria.
- Não movimenta o estoque já guardado quando a classificação de giro muda: a preferência de posição vale para as próximas entradas, e o saldo antigo sai do lugar à medida que é consumido.
- Não zera saldo ao inativar o item: o produto inativo continua ocupando endereço e precisa ser consumido ou retirado.
- Não recupera a série das passagens em que ela não foi lida: desligar o controle preserva o que já foi registrado, e o período seguinte fica sem registro nenhum.
DisponívelFamília logística, classe e risco
Agrupa produtos por família logística, classe de produto e classe de risco.
Famílias logísticas: o agrupamento que as regras usam para falar de muitos produtos de uma vez
A lista de famílias do depositante, mantida em tela própria, criar, renomear, remover e ver quantos produtos dependem de cada uma.
Dar às regras de operação um jeito de dizer "isto vale para toda esta linha de produto" sem listar produto por produto. A família é o nome pelo qual a regra chama o grupo: quando ela existe e está bem desenhada, uma regra escrita uma vez alcança mil produtos e continua alcançando os que forem cadastrados depois. Sem ela, cada produto novo obriga alguém a lembrar de incluí-lo nas regras, e é sempre o esquecido que aparece no corredor errado.
- Famílias Logísticas
- Itens
- Inteligência Operacional
O que não faz- Não classifica produto sozinha: a família só alcança o produto que foi apontado para ela na ficha dele.
- Não permite renomear família em uso, e a recusa é deliberada, as regras chamam a família pelo nome, e a troca silenciosa faria a operação decidir diferente sem aviso.
- Não substitui a classe de perigo: separar mercadoria perigosa é decisão da classe, não da família.
- Não alimenta hoje a separação entre alimento e produto perigoso: esse agrupamento lê um campo antigo do cadastro do produto, e não a família escolhida nesta tela. Classificar o produto na família de alimento não faz o sistema separá-lo do perigoso.
- Não serve como classificação comercial: agrupamento que não muda decisão de guarda, de agrupamento ou de reposição não pertence aqui.
Classes de perigo: o que não pode andar junto
A lista das classes de mercadoria perigosa do depositante, e o vínculo delas com o produto, o que permite ao sistema recusar juntar o incompatível.
Impedir que mercadoria perigosa seja guardada, agrupada ou embalada junto com o que é incompatível com ela. É a única informação do cadastro que faz o sistema recusar uma reunião de mercadoria por motivo de segurança, e não por motivo de conta. O que ela evita não aparece em relatório: aparece na ausência do acidente.
- Classes de Perigo
- Itens
- Inteligência Operacional
O que não faz- Não classifica produto sozinha: só age sobre o produto que foi apontado para uma classe na ficha dele.
- Não usa o nível de risco para decidir nada hoje: ele é declaração, e a separação de incompatíveis vem da classe.
- Não separa alimento de produto perigoso sozinha: essa separação depende de um campo antigo do cadastro do produto, diferente do que a tela de famílias preenche, e hoje ela não acontece na prática. Quem precisar dela escreve a regra e confere o resultado.
- Não avisa quando recusa um agrupamento: a missão incompatível simplesmente sai em outro suporte, sem mensagem para o operador.
- Não substitui a documentação legal de transporte de mercadoria perigosa nem emite qualquer declaração para o transporte.
- Não impede que mercadoria perigosa seja separada ou embarcada: o que ela impede é que ela seja reunida com o incompatível.
Catálogo de itens: o que o sistema precisa saber sobre cada produto
O cadastro de produto é onde se declara como o item é contado, se ele tem validade, se exige número de série e em que condição ele pode ou não ser aceito e despachado.
Permitir que as rotinas decidam sozinhas. É o cadastro do item que diz quantas peças tem uma caixa, se a saída deve respeitar a validade, quanto de vida útil ainda precisa restar para a mercadoria ser aceita, e se o operador deve ler uma série na passagem. Cada campo em branco vira uma pergunta que sobra para a pessoa no corredor.
O que não faz- Não corrige diferença de estoque nem conserta uma entrada específica: o que se declara aqui vale para todo o histórico futuro do produto, e não para um documento que já foi registrado.
- Não trata a mercadoria de prazo curto que já entrou antes de os percentuais mínimos serem preenchidos: a avaliação passa a valer nas próximas chegadas, e o saldo existente é resolvido com o dono da mercadoria.
- Não movimenta o estoque já guardado quando a classificação de giro muda: a preferência de posição vale para as próximas entradas, e o saldo antigo sai do lugar à medida que é consumido.
- Não zera saldo ao inativar o item: o produto inativo continua ocupando endereço e precisa ser consumido ou retirado.
- Não recupera a série das passagens em que ela não foi lida: desligar o controle preserva o que já foi registrado, e o período seguinte fica sem registro nenhum.
DisponívelArmazém, zona, endereço e tipo
Desenha o prédio dentro do sistema: armazéns, zonas, endereços, tipos de local e finalidade de cada endereço.
Como o armazém é desenhado: armazéns, zonas, tipos de local e endereços
A descrição do prédio dentro do sistema, quais posições existem, quanto cabe em cada uma, a que área pertencem e para que servem.
Dar ao sistema um mapa do galpão que seja fiel ao que existe no chão. É esse mapa que permite decidir onde guardar um palete que acabou de chegar, montar o percurso do separador e dizer se ainda há espaço na área. Sem ele, toda decisão de posicionamento volta para a cabeça do operador.
- Armazéns
- Tipos de Local
- Zona de Armazenagem
- Zona de Separação
- Locais
O que não faz- Não resolve o bloqueio pontual de uma posição: endereço parado por avaria se trata pela situação daquele endereço, e não criando um endereço paralelo para desviar dele.
- Não move o estoque que já está guardado quando a zona é reclassificada ou o tipo de local é trocado: o efeito aparece nas próximas entradas, e a área antiga só se esvazia com o giro.
- Não confere se a etiqueta colada na estante corresponde ao endereço cadastrado: essa comparação é feita por amostra, rua a rua, antes de liberar a área para uso.
- Não confere a faixa informada no Gerar Automático contra o galpão real: posições criadas a mais continuam sendo oferecidas como destino de guarda até que alguém as inative.
- Não inativa posição que ainda tem ocupação ou missão em aberto apontando para ela: é preciso esvaziar o endereço e encerrar o que está pendente antes.
Finalidade do endereço: a ordem em que o estoque é consumido
A finalidade diz o que um endereço é, face de separação, pulmão, doca, ponto de troca, e, principalmente, em que ordem o saldo guardado nele deve sair.
Fazer o armazém consumir o estoque na ordem certa sem depender da memória do operador. Em vez de alguém decidir de qual palete tirar, o endereço já carrega a regra: aqui sai o que vence antes, ali sai o que chegou antes, naquela rua sai o de cima porque é o único que dá para alcançar.
- Finalidades
- Locais
- Tipos de Local
- Saldos
O que não faz- Não trata caso de lote específico: bloqueio e recolhimento se resolvem no estoque. Mexer no cadastro do endereço para resolver um lote muda o comportamento de todo saldo guardado naquela área.
- Não captura a data de validade: ela é pedida na entrada conforme o que estiver definido em Avançado > Perfis Atributos. Sem a data, a ordem por vencimento não tem o que comparar e o consumo recai sobre a ordem de chegada, com o cadastro dizendo uma coisa e a operação fazendo outra.
- Não refaz as missões já criadas: elas mantêm a decisão tomada quando nasceram. A ordem nova vale para as decisões seguintes, e a fila existente ou drena, ou é cancelada para ser recriada.
- Não muda nada enquanto não estiver vinculada a um endereço: finalidade cadastrada e sem vínculo em Cadastros Mestres > Locais não altera absolutamente nada na operação.
- Não descreve o produto, descreve o endereço: o mesmo item em pulmão e em face precisa de duas finalidades, uma por área. Tentar resolver as duas necessidades com uma só obriga a escolher qual área fica com o comportamento errado.
DisponívelTipo de suporte de carga e embalagem
Define os tipos de suporte de carga e de embalagem que o armazém usa.
Suportes de carga, embalagens e equipamentos
O que carrega a mercadoria, paletes e contentores, caixas de expedição, e o que a movimenta: empilhadeiras, equipamentos de mão e impressoras.
Permitir que o sistema raciocine sobre volume e peso. Saber quanto pesa o suporte vazio é o que torna possível conferir peso na saída; saber quanto cabe em uma caixa é o que permite propor a embalagem antes de o conferente empilhar. E o cadastro de equipamento é o que diz quem está disponível para executar as missões.
- Tipos de LPN
- Tipos de Embalagem
- Equipamentos
O que não faz- Não descreve variação que o operador não distingue no chão: modelo que só muda de cor, de fornecedor ou de marca reaproveita o tipo existente, porque cadastro indistinguível vira escolha ao acaso na tela.
- Não mede nem pesa o suporte por conta própria: a tara e as dimensões vêm de medição em campo, e enquanto a tara estiver errada toda pesagem fecha com a mesma diferença.
- Não explica diferença de pesagem que varia de carga para carga: diferença constante é assinatura de tara errada, e a que oscila tem outra causa, que não se resolve neste cadastro.
- Não acompanha a manutenção do equipamento: o estado do ativo é mudado à mão quando ele sai e quando volta, e o motivo só fica registrado se alguém escrever.
- Não compara suporte com posição quando falta medida de um dos lados: tipo de local sem medida declarada não dá contra o que comparar, e a avaliação de espaço deixa de acontecer em silêncio.
Suportes de carga: rastrear o palete inteiro em vez de peça a peça
A etiqueta que identifica um palete, uma caixa-mãe ou um contentor e faz tudo o que está sobre ele andar junto, em um bipe só.
Reduzir a conferência de conteúdo a uma leitura. Em vez de contar item por item a cada movimentação, a operação move o suporte: o sistema já sabe o que está em cima dele, e o conteúdo acompanha o endereço novo sem nenhum lançamento adicional.
- LPN
- Saldos
- Auditoria (Ledger)
O que não faz- Não cria identificação nova para destravar missão: suporte que o sistema não encontra é caso a investigar, e etiqueta danificada é reimpressa com o mesmo código.
- Não acerta conteúdo divergente por digitação: quando o que está em cima do suporte não corresponde ao que a tela mostra, o caminho é bloquear, contar e ajustar por contagem aprovada.
- Não mantém o ganho quando o volume é fracionado: assim que parte do conteúdo é consumida, a unidade de trabalho volta a ser a quantidade, e o suporte deixa de andar em um bipe só.
- Não junta donos de mercadoria no mesmo suporte: a segregação começa no palete, e conteúdo de dois depositantes não existe no sistema.
- Não decide se o palete vai inteiro ou é aberto quando o pedido consome quase tudo: essa é uma escolha de esforço da supervisão, feita caso a caso, e não do operador no corredor.
ParcialNorma de paletização
Define o padrão de montagem do palete por produto, dono da mercadoria e tipo de suporte: quantas caixas por camada, quantas camadas e o máximo por palete.
A base existe e parte já opera. O processo completo ainda não.
Planejar os paletes pela norma e etiquetar antes de a carga chegar
No documento de entrada, o sistema monta as unidades logísticas pela norma de paletização do produto, um código por palete, com produto, lote e quantidade, e manda as etiquetas para a impressora do armazém antes de o veículo encostar.
Preparar a descarga quando o fornecedor não identifica o palete na origem. O planejador pede a sugestão, confere palete a palete o que o sistema montou, aceita, salva e imprime: cada palete passa a ter um código que a doca lê em um bipe, e a etiqueta já traz a lista do que aquele palete tem de conter. Uma linha de 150 unidades de um produto cuja norma é 60 vira três unidades logísticas, 60, 60 e 30.
- Documentos de Entrada
- Monitor de Contentores
- Itens
- Depositantes
- Etiquetas ZPL
- Pontos de Impressão
O que não faz- Não gera o código padronizado internacional de contentor: o código que o sistema cria é próprio do armazém e serve para a leitura interna, código internacional exige um prefixo de empresa que o sistema não cadastra hoje.
- Não junta produtos diferentes no mesmo palete sugerido: cada unidade logística leva um produto e um lote, ainda que o cadastro do produto permita palete misto. Palete misto continua possível criando a unidade à mão.
- Não estima a norma de quem não tem: produto sem norma cadastrada volta como impedimento, e não como palete com quantidade arredondada.
- Não grava nada ao sugerir: as unidades logísticas aceitas só passam a existir quando o documento é salvo, e a etiqueta só sai do que está salvo.
- Não cria o layout da etiqueta nem a impressora: os dois são cadastro de tela, feitos uma vez, e sem eles o pedido de impressão é recusado com a frase que diz o que falta.
- Não confere se o palete físico foi montado como o papel diz: a leitura em um bipe recebe o que a etiqueta promete, e a diferença só aparece quando alguém abre o palete.
DisponívelDepositante e acesso
Cadastra o dono da mercadoria e a matriz que diz quem enxerga qual depositante em qual armazém.
Um sistema, várias operações: armazéns, depositantes e isolamento
O mesmo sistema atende várias instalações e vários donos de mercadoria ao mesmo tempo, cada um com suas regras, sem que o estoque de um se misture com o de outro nem atravesse de um armazém para outro.
Sustentar dois recortes que a operação usa o tempo todo e que não são a mesma coisa. O armazém responde pela pergunta onde: é a instalação física, com seus endereços, suas docas e suas pessoas. O dono da mercadoria responde pela pergunta de quem: é a empresa proprietária do estoque, com suas regras de recebimento, seus tipos de operação e sua conferência. Um mesmo armazém pode guardar mercadoria de vários donos, e um mesmo dono pode ter estoque em vários armazéns, sem que os números se cruzem.
- Armazéns
- Depositantes
- Colaboradores
O que não faz- Não descreve as regras de cada rotina, do recebimento à expedição: aqui se resolve de quem é a mercadoria e em que instalação ela está; cada rotina tem domínio próprio no Campus.
- Não deixa saldo de uma unidade atender operação de outra, nem estoque de um dono ser consumido por pedido de terceiro: o deslocamento exige uma transferência registrada, com documento e conferência, e o consumo à distância é recusado.
- Não separa linha de produto, marca ou canal de venda da mesma empresa: isso se resolve com categorias e atributos de produto, e abrir um segundo dono de mercadoria para isso só multiplica cadastro e esconde o saldo total do cliente.
- Não decide sozinho quem enxerga o quê: o cadastro cria a separação, mas o alcance de cada pessoa depende dos armazéns e dos donos de mercadoria declarados em Usuários e Acessos > Colaboradores.
- Não apaga cadastro para encerrar operação: unidade e dono de mercadoria são inativados, primeiro esvaziando o estoque, porque o histórico do que passou por ali precisa continuar consultável.
Colaboradores, perfis de acesso e sessões
Quem entra no sistema, o que cada pessoa pode fazer, em que unidades e para quais donos de mercadoria, e como acompanhar quem está conectado agora, com qual equipamento, e por que uma sessão caiu.
Fazer com que cada ação tenha dono. O perfil define o que a pessoa enxerga e pode executar; a autorização por unidade e por dono de mercadoria define até onde isso alcança; a sessão registra quem está conectado, em qual equipamento, em qual armazém e desde quando. Cada matrícula tem uma sessão por vez, e é essa contagem de conectados que a franquia de usuários do cliente acompanha. Junto, isso é o que permite responder quem fez cada movimentação sem depender de alguém lembrar.
- Colaboradores
- Sessões Ativas
- Equipamentos
- Franquia de Usuários
O que não faz- Não controla jornada nem escala: aqui se registra o que a pessoa pode fazer no sistema, não quando ela trabalha.
- Não derruba sessão aberta quando o cadastro é inativado: inativar impede o próximo acesso, e a sessão que já está no coletor precisa ser encerrada em Usuários e Acessos > Sessões Ativas, na mesma passada.
- Não aplica mudança de perfil ou de autorização na hora: quem está conectado segue com a permissão anterior, e o menu só muda no acesso seguinte, quando itens aparecem ou somem sem aviso.
- Não confere se a habilitação registrada existe de fato: o equipamento é liberado a partir do código de licença que está no cadastro, e licença registrada sem lastro transforma o controle em formalidade que não protege ninguém.
- Não cadastra os equipamentos do galpão: eles vêm de Operação Logística > Equipamentos, e sem estarem identificados não há contra o que conferir a licença da pessoa.
- Não mantém a mesma matrícula conectada em dois aparelhos: a entrada mais recente, no coletor ou no painel, encerra a sessão anterior, e quem estava no aparelho antigo volta à tela de entrada.
- Não conta tela aberta como uso: os trinta minutos correm desde o último toque, tecla ou clique, e o painel parado cai do mesmo jeito que o coletor parado.
- Não desconecta o operador quando o equipamento é liberado: sessão e custódia do equipamento são coisas separadas, e o operador só volta à escolha do equipamento.
- Não controla quantas pessoas podem estar conectadas ao mesmo tempo: isso é a franquia de usuários do cliente, que tem ficha própria.
Depositantes, fornecedores e transportadores
Quem manda a mercadoria, de quem ela é e quem a leva embora. Três papéis diferentes, com efeitos diferentes na porta do armazém.
Fazer com que a chegada e a saída saibam com quem estão lidando. O cadastro do fornecedor permite reconhecer a carga que chega e direcioná-la para a doca certa; o do transportador permite agrupar pedidos por quem vai levá-los e respeitar o horário de corte de cada um.
- Depositantes
- Fornecedores
- Transportadoras
O que não faz- Não trata o dono da mercadoria em si: aqui ele aparece apenas como o vínculo que separa a base de um cliente da base de outro, e o cadastro dele é assunto do domínio de introdução.
- Não reserva porta: a doca preferencial sugere, e quando vários parceiros apontam para a mesma porta no mesmo horário a fila se forma exatamente onde se queria ganhar tempo.
- Não interrompe documento em andamento nem carga já programada quando o parceiro é inativado: o status do cadastro não serve como forma de cancelar operação, e cada documento precisa ser tratado à parte.
- Não impede por conta própria o cadastro repetido: é o registro conferido que permite descobrir que duas fichas são o mesmo parceiro, e essa varredura da base é feita por alguém, de tempos em tempos.
- Não agrupa pedidos por região enquanto a abrangência estiver em branco: os pedidos daquele transportador são juntados por outros critérios e chegam ao embarque em horários diferentes.
DisponívelFornecedor, transportador e equipamento
Cadastra fornecedores, transportadores e equipamentos, com registro de uso e de manutenção.
Depositantes, fornecedores e transportadores
Quem manda a mercadoria, de quem ela é e quem a leva embora. Três papéis diferentes, com efeitos diferentes na porta do armazém.
Fazer com que a chegada e a saída saibam com quem estão lidando. O cadastro do fornecedor permite reconhecer a carga que chega e direcioná-la para a doca certa; o do transportador permite agrupar pedidos por quem vai levá-los e respeitar o horário de corte de cada um.
- Depositantes
- Fornecedores
- Transportadoras
O que não faz- Não trata o dono da mercadoria em si: aqui ele aparece apenas como o vínculo que separa a base de um cliente da base de outro, e o cadastro dele é assunto do domínio de introdução.
- Não reserva porta: a doca preferencial sugere, e quando vários parceiros apontam para a mesma porta no mesmo horário a fila se forma exatamente onde se queria ganhar tempo.
- Não interrompe documento em andamento nem carga já programada quando o parceiro é inativado: o status do cadastro não serve como forma de cancelar operação, e cada documento precisa ser tratado à parte.
- Não impede por conta própria o cadastro repetido: é o registro conferido que permite descobrir que duas fichas são o mesmo parceiro, e essa varredura da base é feita por alguém, de tempos em tempos.
- Não agrupa pedidos por região enquanto a abrangência estiver em branco: os pedidos daquele transportador são juntados por outros critérios e chegam ao embarque em horários diferentes.
ParcialHabilidade do operador
Registra a habilidade do operador, com prazo de validade, para governar quem pode executar o quê.
A base existe e parte já opera. O processo completo ainda não.
DisponívelMotor de atributos com leitura de código de barras
Captura o atributo configurável do produto: extrai do código de barras padronizado, valida o formato e governa o que aparece na tela do operador.
Perfis de atributos: lote, validade e número de série
A definição do que o operador precisa informar sobre a mercadoria, produto a produto, e do que fica registrado no estoque depois.
Controlar rastreabilidade sem transformar todo produto em produto controlado. O perfil reúne os atributos que um grupo de produtos exige, lote, validade, número de série, alguma medida específica do negócio, e diz em que momento cada um é pedido e se ele acompanha o saldo depois de guardado.
- Perfis Atributos
- Itens
- Saldos
- Auditoria (Ledger)
O que não faz- Não preenche o que já entrou: saldo capturado sem o atributo continua sem ele, porque não há como saber qual lote estava naquele palete. O acerto passa por ajuste de estoque com registro, junto com a supervisão.
- Não separa o saldo por lote só por capturar o dado: sem o atributo marcado como formador de lote, o saldo continua sendo um número único, e não há consumo por validade nem recolhimento por lote.
- Não define a ordem de consumo: capturar validade apenas dá a data a comparar. A ordem em que o saldo sai é da finalidade do endereço, em Operação Logística > Finalidades.
- Não recusa data invertida quando os dois números são válidos: máscara diferente do formato impresso na embalagem grava validade errada no saldo, e isso só aparece quando o produto sai fora de ordem.
- Não é lugar de coletar informação para uma conferência única: o atributo entra em toda operação do produto, para sempre, e ninguém volta para removê-lo. Conferência de uma vez se resolve fora da rotina de bipe.