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Análise e indicadores da operação

Relatórios configuráveis, histórico e os indicadores que a operação acompanha durante o turno.

1 capacidade, disponível · situação declarada capacidade a capacidade

Disponível

Painel, consulta e torre de controle

Painel montado pela casa, consulta própria, alerta e o acompanhamento ao vivo do que o armazém está fazendo.

Torre de controle e acompanhamento de missões

O conjunto de telas que mostra, ao vivo, o que o armazém está fazendo: quantas missões existem, em que situação estão, quem as tem na mão e onde estão paradas, e, no alto da torre, se a operação está cumprindo o que prometeu e se o trabalho está fluindo.

Trocar a supervisão por caminhada pela supervisão por leitura. Em vez de andar pelo galpão para descobrir onde está o gargalo, você abre a fila de missões, vê onde ela cresce e age no ponto certo, antes de o atraso chegar na doca.

  • Control Tower
  • Dashboard de Missões
  • Central de Missões
  • Armazém 3D
O que não faz
  • Não guarda leitura histórica para comparar dias, semanas ou meses. Aqui é o agora: a comparação de períodos se faz na consulta salva e no painel analítico.
  • Não enxerga o trabalho que ainda não virou missão. O que está represado na conferência, na embalagem ou no carregamento não aparece como fila, e é onde o atraso se esconde quando o galpão parece tranquilo.
  • Não cria capacidade de execução. Subir prioridade apenas reordena a espera; fila que cresce sem ninguém conectado se resolve com gente e equipamento no turno, e a conferência é nas sessões ativas.
  • Não permite digitar a situação de uma missão. Ela avança conforme o operador confirma no coletor; o que a supervisão muda por aqui é a prioridade e o recorte que está lendo.
  • Não cancela missão. Aqui se muda a prioridade, se devolve uma missão oferecida ou atribuída para a fila e se atribui a um operador; o cancelamento acontece na rotina que criou a missão, como desfazer a alocação de um pedido.
  • Não resolve a rotina da missão dentro do detalhe. Os cartões mostram o estado da separação, do packing, da carga ou da guarda, e o botão da jornada leva à tela onde se age, separar, embalar, carregar ou guardar continua sendo feito lá.
  • Não corrige a classificação dos endereços. O mapa desenha o que o cadastro diz, e rua que some ou endereço fora do lugar se resolve na zona e no tipo de local, no cadastro.
  • Não recorta as seções «A operação está cumprindo?» e «A operação está fluindo?» pelo depositante nem pelo período do alto da tela. As duas resumem os últimos 30 dias do armazém inteiro, e o recorte se faz no painel de indicadores de cada etapa.
  • Não conta quantos documentos de entrada estão em cada situação nem quantos pedidos de saída estão em aberto. Essa fila está inteira, com a espera do mais antigo, nos Indicadores de Recebimento e nos Indicadores de Expedição.
  • Não mostra as duas seções do alto para quem não tem perfil de gestão: elas simplesmente não aparecem, e o mesmo vale ao abrir a tela pelo endereço. Esconder não seria autorização, a recusa acontece antes de a tela pedir o número.

Indicadores de recebimento, estoque e expedição

Três painéis prontos, um por etapa do caminho da mercadoria, ela entra, fica e sai —, que dizem quão bem a operação está cumprindo e mostram, ao lado de cada número, sobre quanto da operação ele foi medido.

Responder com número a pergunta que o dono da mercadoria faz: o que eu mandei chegou como foi anunciado, o que está guardado está saudável, o que eu pedi saiu no prazo e completo. O painel deixa de contar quantos e passa a dizer quão bem, e, quando o cadastro não sustenta um indicador, ele diz que não sabe e o que falta preencher, em vez de mostrar um zero que se lê como afirmação.

  • Indicadores de Recebimento
  • Indicadores de Estoque
  • Indicadores de Expedição
  • Control Tower
O que não faz
  • Não conduz o turno. Os três painéis resumem um período; o que está acontecendo agora está na torre de controle, na Central de Missões e nas telas de cada rotina.
  • Não mostra zero no lugar do que não sabe. Quando a cobertura de dado não sustenta o indicador, aparece travessão com o motivo, e nenhum ajuste de tela publica aquele número enquanto o cadastro não mudar.
  • Não mede o valor parado sem valor cadastrado, e não mede o tempo entre prometer e entregar. O primeiro espera o valor unitário chegar nas linhas de saldo; o segundo não é medível hoje, e o painel diz isso no próprio cartão.
  • Não aplica o recorte de depositante a tudo na tela. A faixa de ocorrências da expedição e a promessa desfeita do estoque falam do armazém inteiro, com ou sem depositante escolhido.
  • Não guarda histórico das leituras. Não há comparação de um mês com o outro dentro do painel: quem quer série guarda a leitura do fechamento ou monta a consulta salva.
  • Não recorta por zona, por equipe nem por operador. Os painéis são do armazém escolhido; produtividade de pessoas tem tela própria, e ocupação por zona está na torre de controle.
  • Não explica sozinho por que um número piorou. Ele mostra a etapa e a fila; a causa se procura na tela da rotina, documento de entrada, pedido, missão ou ocorrência.
  • Não substitui a conferência antes de o número sair da casa. Quem apresenta o indicador é quem responde pelo denominador, e o rodapé da própria tela diz qual é.

Consultas e painéis analíticos

O lugar onde a casa roda os relatórios prontos, monta as próprias perguntas ao sistema, guarda o que precisa repetir e reúne em painel o que acompanha todo dia, sempre limitado aos depositantes e armazéns de quem está lendo.

Acabar com a dependência de pedir dado para alguém. A supervisão executa um relatório pronto ou monta a consulta de que precisa, guarda com nome, e no dia seguinte abre o resultado atualizado. O que é acompanhado todo dia vira painel, e cada cartão do painel roda a consulta dele na abertura.

  • Construtor de Consultas
  • Painéis Analíticos
O que não faz
  • Não conduz o turno em tempo real. Para o agora, a torre de controle e a fila de missões respondem mais rápido e sem risco de leitura defasada; aqui é tendência, fechamento e reunião.
  • Não confere o resultado por você. Consulta salva sem ter sido batida contra um total que você já conhece circula como verdade e é descoberta errada na frente de todo mundo.
  • Não traz volume grande nem total além do teto. Cada relatório tem um limite de linhas e avisa quando cortou; acima dele, nenhuma tela desta área mostra o número exato.
  • Não separa, dentro do que o seu acesso alcança, o estoque de cada dono da mercadoria. O sistema limita ao seu vínculo; escolher um único dono para enviar resultado continua sendo trabalho de quem envia, e envio feito não se desfaz.
  • Não compara por maior que, menor que nem por intervalo de datas. As comparações disponíveis são igual e contém.
  • Não abre o documento linha por linha nos assuntos de recebimento e de expedição: eles saem um documento por linha, com as quantidades somadas, porque cruzar documento com produto repetiria o documento e faria as quantidades somarem errado.
  • Não desenha gráfico no cartão do painel customizado. O cartão diz isso na própria tela e mostra os dados em lista; gráfico pronto existe nos painéis por jornada.
  • Não explica por que duas consultas do mesmo assunto devolvem números diferentes. Quem compara período, armazém, dono da mercadoria e o acesso de quem executou é a pessoa, e enquanto a diferença não estiver explicada nenhuma das duas serve para decidir.
  • Não limpa o próprio acervo. Consulta que ninguém abre continua na lista até alguém apagar, e lista longa faz as pessoas montarem tudo de novo em vez de procurar.
  • Não confere o pedido feito ao Singularity. Ele preenche a montagem e declara o que não atendeu; conferir, corrigir, executar e salvar é da pessoa. E ele pode não estar liberado para a casa, quando não está, a tela diz, e o construtor continua inteiro à mão.

Métricas de Contagem: quanto do armazém foi contado, com que acerto, e o que ficou de fora do número

O painel que responde à pergunta do auditor, quanto do armazém foi contado e com que acerto —, com a aderência ao plano sempre ao lado da acurácia, a cobertura, a idade da última contagem, o que ficou fora da conta e por quê, e o uso do apontamento emergencial; e o cartão Acurácia de Inventário no Control Tower.

Dar à supervisão um número de acurácia que se sustenta diante de quem audita. Acurácia alta sobre um pedaço pequeno do armazém engana, por isso a tela só publica o acerto com a aderência ao plano ao lado. A diferença em valor é somada sem deixar falta e sobra se anularem, o erro de lugar é medido à parte do erro de quantidade, e o endereço que nunca foi contado aparece como nunca, e não como zero dias.

  • Métricas de Contagem
  • Control Tower
  • Armazéns
  • Zona de Armazenagem
O que não faz
  • Não publica a acurácia sem a aderência ao plano ao lado.
  • Não soma o apontamento emergencial na cobertura, na acurácia nem na aderência: ele aparece só no quadro próprio.
  • Não configura nada: a janela e os filtros são de leitura, e o mínimo de contagens mora no cadastro do armazém.
  • Não mostra a acurácia de cada endereço nem a lista dos endereços por trás de cada número.
  • Não compara armazéns nem depositantes entre si numa mesma tela: cada leitura é de um armazém, com um recorte por vez.
  • Não tira o endereço vetado da tela em silêncio: ele aparece contado nas marcas do que ficou fora.

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