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Controle de estoque e razão

Saldo por endereço, lote e suporte de carga, com a razão que explica cada movimento.

4 capacidades, todas disponíveis · situação declarada capacidade a capacidade

Disponível

Razão de estoque

Todo movimento de saldo deixa registro com origem e autor. É o livro-razão da casa.

Saldos e situações do estoque: o que cada situação permite fazer

A tela que mostra quanto existe, onde está e em que situação. É a situação, e não a quantidade, que decide o que aquele saldo pode fazer.

Responder três perguntas que a operação faz o dia inteiro: tem produto, onde está, e dá para usar. Duas primeiras qualquer lista responde. A terceira depende da situação em que o saldo se encontra, e é por isso que a mesma quantidade pode aparecer na tela e mesmo assim não atender a um pedido.

  • Saldos
  • Reservas
  • Auditoria (Ledger)
  • Ocorrências
  • Triagem CQ
O que não faz
  • Não corrige quantidade nem muda situação: aqui se consulta. A mudança de situação por decisão de alguém se faz pela Triagem CQ do coletor, e a quantidade só muda por movimentação registrada, por ajuste de estoque ou por ajuste de contagem aprovado.
  • Não consolida o produto em um número só: cada linha é um saldo próprio, por endereço, etiqueta e lote, e a soma serve para leitura gerencial, não para decidir o que a operação vai usar.
  • Não repõe a face de separação: saldo em pulmão aparece na tela e não atende pedido diretamente, ele depende de uma missão de reposição para chegar à face.
  • Não muda a situação de um item só dentro da LPN: a Triagem CQ aplica a nova situação a todos os saldos da LPN que podem mudar, e deixa como estão os reservados, os em recebimento e os em trânsito.
  • Não confunde situação do saldo com bloqueio da unidade: o Bloquear Unidade da tela LPN age sobre a unidade de carga, e a situação de cada saldo, que a coluna Disposição mostra, muda pela Triagem CQ.
  • Não conserta cadastro: unidade, conversão de embalagem, peso unitário e a exigência de lote e validade vêm do cadastro do item, e enquanto estiverem errados a tela mostra o número errado sem acusar nada.

Livro-razão e ocorrências: a prova do que aconteceu

O registro de toda movimentação e de todo desvio, com autor e horário, a fonte para explicar qualquer diferença sem depender de memória.

Responder perguntas do tipo quem moveu, quando, de onde para onde e por quê, sem depender de quem estava no turno. O livro-razão guarda o que se moveu; as ocorrências guardam o que não saiu como planejado e o que foi feito a respeito.

  • Auditoria (Ledger)
  • Ocorrências
  • Saldos
O que não faz
  • Não apaga nem edita lançamento: correção entra como lançamento novo depois do errado, e é por não se reescrever que o histórico serve como prova.
  • Não mede pessoas: o registro mostra o que foi movido, por quem e a que horas, e não é material de avaliação de produtividade de quem estava no turno.
  • Não recupera informação que não foi capturada na operação: exigir identificação individual agora vale para o que entrar daqui para frente, e o que já está em estoque continua sem ela até ser recontado.
  • Não trata o desvio: mudar a ocorrência para fechada tira o caso da fila e não toca na causa, que volta a aparecer no turno seguinte.
  • Não descobre o autor quando a operação usa acesso compartilhado: nesse caso o histórico continua provando o que aconteceu e para de ajudar a entender por que aconteceu.

Tipos de movimento: o vocabulário contábil da operação

Toda movimentação do armazém carrega um tipo, e o tipo declara se aquele movimento cria saldo, consome saldo ou apenas troca o produto de lugar.

Dar um nome único e um efeito previsível a cada coisa que acontece com a mercadoria. Recebimento, guarda, reposição, separação, embarque, ajuste de contagem, devolução e descarte não são a mesma coisa, e o tipo de movimento é o que diferencia os três efeitos possíveis: entrou algo novo no armazém, saiu algo do armazém, ou o mesmo saldo mudou de endereço. Com isso, fechar o inventário contra a movimentação do período deixa de ser discussão: a lista de tipos explica cada variação de saldo.

  • Tipos de Transação
  • Depositantes
  • Saldos
O que não faz
  • Não corrige saldo que já ficou errado: acertar o efeito declarado interrompe o erro a partir da próxima execução, e a diferença já acumulada é tratada como divergência de contagem pela supervisão.
  • Não reescreve o histórico já gravado: trocar código, denominação ou categoria vale daqui para a frente, e o período anterior continua com o nome e a coluna antigos no relatório.
  • Não explica o caso específico: tipo de movimento existe para o que precisa aparecer somado no relatório; quando a pergunta é por que aquele lançamento em particular, o lugar é a observação, que não soma.
  • Não distingue quem executou: quem fez já fica registrado em cada movimentação, e criar tipo por equipe só obriga o relatório a somar duas linhas para responder uma pergunta.
  • Não converte unidade de medida: a conversão de embalagem vem do cadastro do produto, e diferença pequena que se repete sempre no mesmo item se resolve lá, não aqui.

Ajuste de estoque pelo coletor: dar entrada ou saída de saldo, com um lançamento no livro-razão

A rotina do coletor que põe ou tira saldo sem documento de entrada ou de saída: Ajuste de Entrada pede depositante, LPN ou endereço, item, os atributos que o item controla, quantidade e, na LPN nova, o endereço; Ajuste de Saída mostra os saldos da LPN ou do endereço e tira o que for marcado. Cada ajuste vira um lançamento no livro-razão.

Registrar no sistema o que aconteceu fora de um documento, mercadoria achada sem entrada, perda conhecida, o saldo inicial de uma implantação, com autor, hora e lançamento próprio. É a porta de alto risco do estoque: ela move o livro-razão sem passar pela contagem nem pela Mesa de Apuração.

  • Ajuste de Estoque
  • Saldos
  • Auditoria (Ledger)
  • Acompanhamento
O que não faz
  • Não passa pela alçada nem pela Mesa de Apuração: é um lançamento direto, e por isso a rotina fica restrita a quem pode mexer no livro-razão.
  • Não apaga nem desfaz um ajuste: o erro se corrige com o ajuste contrário, que entra como lançamento novo.
  • Não move mercadoria entre endereços: para isso existe a transferência de LPN.
  • Não tira saldo bloqueado, reservado, em recebimento ou vencido: a saída alcança o disponível, o avariado e o que está em retenção de qualidade.
  • Não muda a situação do saldo: isso é a Triagem CQ.
  • Não substitui a contagem: o ajuste registra uma causa conhecida; a diferença sem causa se apura contando.
Disponível

Bloqueio e disposição

Impede um saldo de ser usado por qualidade, lote, validade ou avaria, sem tirá-lo do endereço.

Saldos e situações do estoque: o que cada situação permite fazer

A tela que mostra quanto existe, onde está e em que situação. É a situação, e não a quantidade, que decide o que aquele saldo pode fazer.

Responder três perguntas que a operação faz o dia inteiro: tem produto, onde está, e dá para usar. Duas primeiras qualquer lista responde. A terceira depende da situação em que o saldo se encontra, e é por isso que a mesma quantidade pode aparecer na tela e mesmo assim não atender a um pedido.

  • Saldos
  • Reservas
  • Auditoria (Ledger)
  • Ocorrências
  • Triagem CQ
O que não faz
  • Não corrige quantidade nem muda situação: aqui se consulta. A mudança de situação por decisão de alguém se faz pela Triagem CQ do coletor, e a quantidade só muda por movimentação registrada, por ajuste de estoque ou por ajuste de contagem aprovado.
  • Não consolida o produto em um número só: cada linha é um saldo próprio, por endereço, etiqueta e lote, e a soma serve para leitura gerencial, não para decidir o que a operação vai usar.
  • Não repõe a face de separação: saldo em pulmão aparece na tela e não atende pedido diretamente, ele depende de uma missão de reposição para chegar à face.
  • Não muda a situação de um item só dentro da LPN: a Triagem CQ aplica a nova situação a todos os saldos da LPN que podem mudar, e deixa como estão os reservados, os em recebimento e os em trânsito.
  • Não confunde situação do saldo com bloqueio da unidade: o Bloquear Unidade da tela LPN age sobre a unidade de carga, e a situação de cada saldo, que a coluna Disposição mostra, muda pela Triagem CQ.
  • Não conserta cadastro: unidade, conversão de embalagem, peso unitário e a exigência de lote e validade vêm do cadastro do item, e enquanto estiverem errados a tela mostra o número errado sem acusar nada.

Avarias, bloqueios e quarentena

Como um saldo deixa de estar disponível para venda sem sair do endereço, quem pode devolvê-lo à disponibilidade e por que o motivo vem de uma lista fechada.

Separar o que existe fisicamente do que pode ser prometido a um pedido. Produto amassado, caixa molhada, lote em análise de qualidade ou mercadoria sob recolhimento continuam ocupando endereço, e devem continuar aparecendo na contagem, mas não podem ser oferecidos à separação. A situação do saldo é o que faz essa distinção sem ninguém precisar esconder produto ou tirá-lo do sistema.

  • Motivos de Avaria
  • Saldos
  • Ocorrências
O que não faz
  • Não acerta falta física: mercadoria que não está no endereço é divergência de inventário e tem tratamento próprio no domínio de estoque, não aqui.
  • Não tira o saldo da contagem: o produto indisponível continua ocupando endereço e continua sendo contado; o que ele perde é a oferta às missões de separação.
  • Não decide o destino do saldo parado: a triagem da ocorrência é do usuário-chave, e devolução, venda alternativa ou descarte dependem da decisão do dono da mercadoria.
  • Não dá baixa no produto irrecuperável: a saída é por movimento de descarte com a autorização registrada, e nunca por ajuste de contagem, que esconderia a perda no indicador de acuracidade.
  • Não desfaz reserva já criada: missão gerada antes do bloqueio continua apontando para aquele saldo até alguém tratá-la endereço a endereço.
Disponível

Mapa em três dimensões do armazém

Mostra a ocupação e o desenho do prédio em três dimensões.

Disponível

Ajuste de estoque pelo coletor

O operador ajusta o saldo direto do coletor, com entrada e saída separadas, e a saída exige apontar de qual saldo ela sai.

Capacidade sensível, porque move o livro-razão. Quem pode ajustar é definido na implantação.

Ajuste de estoque pelo coletor: dar entrada ou saída de saldo, com um lançamento no livro-razão

A rotina do coletor que põe ou tira saldo sem documento de entrada ou de saída: Ajuste de Entrada pede depositante, LPN ou endereço, item, os atributos que o item controla, quantidade e, na LPN nova, o endereço; Ajuste de Saída mostra os saldos da LPN ou do endereço e tira o que for marcado. Cada ajuste vira um lançamento no livro-razão.

Registrar no sistema o que aconteceu fora de um documento, mercadoria achada sem entrada, perda conhecida, o saldo inicial de uma implantação, com autor, hora e lançamento próprio. É a porta de alto risco do estoque: ela move o livro-razão sem passar pela contagem nem pela Mesa de Apuração.

  • Ajuste de Estoque
  • Saldos
  • Auditoria (Ledger)
  • Acompanhamento
O que não faz
  • Não passa pela alçada nem pela Mesa de Apuração: é um lançamento direto, e por isso a rotina fica restrita a quem pode mexer no livro-razão.
  • Não apaga nem desfaz um ajuste: o erro se corrige com o ajuste contrário, que entra como lançamento novo.
  • Não move mercadoria entre endereços: para isso existe a transferência de LPN.
  • Não tira saldo bloqueado, reservado, em recebimento ou vencido: a saída alcança o disponível, o avariado e o que está em retenção de qualidade.
  • Não muda a situação do saldo: isso é a Triagem CQ.
  • Não substitui a contagem: o ajuste registra uma causa conhecida; a diferença sem causa se apura contando.

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