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Gestão de mão de obra (LMS)

Medição de passo, produtividade, turnos e equipes: o que cada pessoa executou e quanto tempo levou.

1 capacidade, disponível · situação declarada capacidade a capacidade

Disponível

Medição de passo e painel de mão de obra

Mede o tempo de cada passo, o deslocamento e as voltas do operador, e mostra no painel.

A medição opera. Padrão de tempo, meta e acordo de nível de serviço estão em construção.

Produtividade da equipe

A medição do que cada operador efetivamente executou, construída a partir das confirmações reais de movimento, e não de apontamento manual nem de estimativa.

Dar à supervisão um número que ela não precisa coletar. Cada bipe de confirmação no coletor deixa registro de quem fez, onde, quando e quanto; a medição é a soma disso. Serve para dimensionar equipe, planejar turno e descobrir quem precisa de apoio.

  • Telemetria
  • Desempenho
  • Dashboard de Missões
  • Control Tower
  • Central de Missões
  • Sessões Ativas
O que não faz
  • Não mede a circunstância em que o trabalho aconteceu. O indicador soma execução; fila que secou, corredor bloqueado, equipamento em manutenção e zona reorganizada precisam ser conferidos antes de a conversa com a pessoa começar.
  • Não compara operadores de zonas de natureza diferente. Quem separa peça pequena faz muitas confirmações curtas e quem movimenta palete faz poucas confirmações longas: cada um se lê contra a referência da própria zona.
  • Não conta trabalho registrado depois por outra pessoa. A medição nasce da confirmação feita no coletor no momento da execução, e o lançamento posterior entra na conta de quem lançou.
  • Não separa duas pessoas que usam o mesmo acesso. O número passa a ser de um crachá, e a correção é dar identificação individual e refazer a leitura do período.
  • Não define o que a casa faz com o resultado. O período de apuração e o uso do indicador são combinados com a supervisão antes de ele circular; sem esse combinado, ele vira conversa de corredor na primeira semana.
  • Não mede produtividade por equipamento. A tarefa não registra em que equipamento foi feita, então não há como dizer qual empilhadeira produziu mais, e o cartão de produtividade do cadastro de equipamentos mostra travessão em vez de inventar um número.
  • Não mede o tempo entre oferecer a tarefa e o operador aceitá-la. Esse dado quase não é registrado, e o bloco declara o silêncio em vez de publicar média sobre poucos casos.
  • Não separa o bloco de desempenho por operador, por zona nem por dono da mercadoria. Ele resume o armazém ativo nos últimos 30 dias; a leitura por pessoa continua sendo a da tela de telemetria, feita por área.
  • Não conta a tarefa que não registrou início ou fim. Ela fica fora da medição, e a nota abaixo do bloco diz sobre quantas tarefas da janela o número foi calculado.

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