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Expedição e carregamento

Embarque, conferência de carga e expedição assistida, com o documento de saída no fim da jornada.

5 capacidades, todas disponíveis · situação declarada capacidade a capacidade

Disponível

Pedido e tipo de pedido

Recebe o documento de saída e governa o tipo de ordem que decide como ele será tratado.

Pedidos de saída e a central de processamento

O pedido entra no sistema, recebe um tipo de ordem que diz como ele deve ser tratado, e espera na central de processamento até alguém decidir quando ele vira trabalho no galpão.

Dar ao pedido tudo o que ele precisa para ser executado sem ninguém perguntar nada por telefone: de quem é a mercadoria, para onde vai, quem transporta, até quando tem de sair e o que fazer se faltar produto. A central de processamento é a fila onde os pedidos ficam visíveis e comparáveis antes de virarem onda.

  • Documentos de Saída
  • Central de Processamento
  • Tipos de Ordens (Outbound)
O que não faz
  • Não conserta cadastro de destinatário nem de transportadora: aqui se decide o que processar, e o que entrou errado se corrige no cadastro de origem.
  • Não bloqueia pedido acima do teto de valor: o campo de valor máximo é filtro de tela, e separar o que exige conferência mais rígida ou aprovação continua sendo decisão da casa.
  • Não divide o mesmo saldo entre dois pedidos que o disputam: a reserva dá dono ao estoque, e escolher quem é servido primeiro é decisão de mesa.
  • Não gera tarefa no galpão: o pedido só vira trabalho depois de agrupado em onda, e é lá que endereço e quantidade de cada linha são definidos.
Disponível

Alocação e onda

Elege de qual saldo o pedido sai, forma a onda e trata o atendimento parcial e a retenção.

Reservas: quando um saldo passa a ter dono

O momento em que uma quantidade deixa de ser oferecida a qualquer missão e passa a pertencer a uma só.

Impedir que duas missões contem com o mesmo produto. Quando um pedido ou uma reposição promete um saldo, aquele saldo é separado do conjunto e some da oferta para todo o resto, ninguém precisa avisar ninguém, e nenhuma segunda missão nasce contando com o que já está prometido.

  • Reservas
  • Saldos
  • Auditoria (Ledger)
O que não faz
  • Não cria promessa por conta própria: a reserva nasce da missão que pediu o saldo, e a coluna Demanda / Referência sempre aponta para quem pediu, promessa sem referência viva é caso a investigar.
  • Não move produto: o saldo prometido continua fisicamente no mesmo endereço, e quem o tira de lá é a execução da missão no coletor.
  • Não libera saldo por conveniência: cancelar uma promessa é escolher qual das duas missões vai atrasar, e essa escolha precisa de dono e de registro.
  • Não faz a missão voltar a andar depois do cancelamento: sem saldo prometido ela continua parada, e o caminho é gerar missão nova, não destravar a antiga.
  • Não escolhe o lote no lugar do cadastro: qual saldo será prometido vem do critério de consumo por validade ou por entrada definido para o item.

Ondas e alocação: como o sistema decide de onde tirar o produto

Agrupar pedidos que devem ser separados juntos e deixar o sistema eleger, para cada linha, de qual endereço e de qual lote o produto sai.

Duas coisas ao mesmo tempo: reduzir caminhada, porque pedidos do mesmo caminho são separados na mesma leva; e tirar do operador a escolha do endereço, porque a origem certa depende de validade, de data de entrada e da finalidade do endereço, que ninguém consegue avaliar no corredor com o coletor na mão.

  • Central de Processamento
  • Cockpit de Carregamento
  • Reservas
O que não faz
  • Não acelera o que já está dentro da leva: a prioridade decide quem entra quando o recorte é maior do que a equipe consegue executar, e não a ordem de quem já foi liberado.
  • Não devolve à origem o que já foi separado quando um pedido é tirado de uma onda em curso: o saldo coletado fica no equipamento esperando destino, e a retirada é decisão de supervisão.
  • Não aceita que o operador escolha origem ou lote no corredor: a eleição é do sistema, e quem quer outro critério de consumo muda a finalidade dos endereços, não a instrução no chão.
  • Não enxerga endereço sem finalidade definida: ele fica de fora da eleição em silêncio, e o saldo parece existir sem nunca ser escolhido.
  • Não encurta a saída de um pedido único e urgente: agrupar só rende quando há mais de um pedido no mesmo recorte, e para o urgente isolado a onda só adiciona espera.
  • Não deixa a mesma pessoa alocar duas cargas ao mesmo tempo: a segunda é recusada com o motivo, e não enfileirada.
  • Não avisa quando a alocação termina com a tela fechada: o resultado espera na própria carga, e é preciso voltar para lê-lo.
Disponível

Expedição automática por tipo de ordem

Deixa a saída se concluir sozinha quando o tipo da ordem dispensa carregamento, no momento em que o último processo exigido pelo pedido termina.

Vale para os tipos de documento de abastecimento de fábrica, em que não existe carregamento: a expedição fecha sozinha ao fim da separação ou da auditoria.

Expedição automática: a saída que se conclui sozinha

Um tipo de ordem pode ser marcado para concluir a saída sozinho, sem passar por carregamento.

Há saídas que não vão para um caminhão: abastecimento de fábrica, atendimento expresso e consumo interno entregam para dentro da própria operação. Nesses casos não existe doca, nem carga, nem conferência de embarque, e segurar o pedido esperando um veículo que não vem só cria fila e trabalho de acerto. Marcando o tipo da ordem, a saída se conclui no instante em que o último processo exigido pelo pedido termina, e o estoque baixa junto.

  • Tipos de Ordens (Outbound)
  • Documentos de Saída
  • Auditoria (Ledger)
O que não faz
  • Não monta carga, não reserva doca e não emite manifesto, a saída se conclui sem passar por nada disso.
  • Não decide pedido a pedido: a marcação é do tipo da ordem, e vale para todos os pedidos criados com ele.
  • Não reavalia pedido que já estava aguardando embarque quando a marcação foi feita.
  • Não dispensa nenhum processo exigido: se o pedido precisa de embalagem ou de conferência, ele espera o fim delas.
  • Não substitui a conferência de saída em tipos que a exigem.

Em que grão o volume nasce

O conjunto de decisões de cadastro que determina se a saída vira um volume, alguns, ou um por unidade, e se a fração avulsa de um produto ganha volume só dela.

Responder, antes de a operação começar, uma pergunta que hoje só se descobre olhando o que saiu: por que a mesma mercadoria sai como um volume num corredor e como vários no corredor ao lado. O grão do volume decide quantas etiquetas o transporte recebe, quanto tempo a bancada gasta e o que o cliente encontra ao abrir a carga. Não é detalhe de conferência: é o formato em que a casa entrega.

  • Zona de Separação
  • Itens
  • Detalhe de Embalagem
O que não faz
  • Não decide o grão do volume que sai da conferência de um suporte de carga: hoje a escolha da zona governa a saída que não passa pela bancada, e a formação do volume no fecho da conferência ainda não a obedece.
  • Não altera volume já formado: toda escolha vale a partir do momento em que é feita, e o que já está montado permanece como está.
  • Não substitui o cadastro de unidade de medida e de múltiplo de embalagem do produto: sem eles, a divisão por caixa múltipla não tem por onde acontecer.
  • Não oferece a escolha da fração avulsa em produto que aceita suporte misto de produto ou de lote, nesse caso o campo não existe na ficha, e não é falha da tela.
  • Não decide se há conferência: isso é da etapa de embalagem da zona e do que o tipo de ordem exige.
Disponível

Cancelamento depois da separação e remoção do saldo cancelado

Trata o pedido cancelado depois de separado: o saldo dele fica visível dentro da LPN onde a mercadoria está, uma ordem de remoção nomeia o que precisa sair, e nem o embarque nem a expedição acontecem enquanto a quantia cancelada estiver dentro.

Cancelamento depois da separação e a remoção do saldo cancelado

Quando um pedido é cancelado depois de a mercadoria já estar separada, a quantia dele fica visível dentro da LPN onde ela realmente está, e uma ordem de serviço diz o que precisa sair antes de o veículo carregar.

Impedir que mercadoria de pedido cancelado viaje. Numa separação agrupada por onda, vários pedidos dividem a mesma LPN: cancelar um deles não pode parar os outros, mas também não pode deixar a quantia cancelada seguir junto. O sistema deixa o saldo cancelado onde a mercadoria está, a LPN passa a ter parte comprometida e parte cancelada, emite uma ordem de remoção nomeando LPN, item, lote e quantidade, e tranca embarque e expedição até a retirada acontecer.

  • Remove Item Canc Carga
  • Carregamento & Expedição
  • Auditoria de Separação
O que não faz
  • Não cancela pedido cuja mercadoria já está no veículo, recusa por inteiro e manda desembarcar primeiro.
  • Não decide sozinha o que retirar: só executa o que a ordem nascida do cancelamento nomeia.
  • Não devolve a mercadoria ao endereço de origem: ela vai para a LPN de destino que o operador bipar, e a armazenagem é um passo seguinte.
  • Não trata LPN inteiramente cancelada, esse caso é devolução ao estoque.
  • Não cancela a carga nem a rota: o pedido sai da carga, e os demais seguem viagem.
  • Não repõe estoque nem refaz a separação do pedido cancelado.
Disponível

Carregamento e embarque

Governa a doca, o carregamento, o manifesto e o momento em que a carga deixa de ser responsabilidade do armazém.

Carregamento e embarque

Conferir volume a volume o que entra no veículo, fechar a carga com lacre e marcar o ponto em que a responsabilidade deixa de ser do armazém.

Impedir que a carga saia com volume a menos, com volume de outra rota, ou sem registro de quem levou. O embarque é o último ponto em que uma diferença ainda custa barato.

  • Cockpit de Carregamento
  • Carregamento & Expedição
  • Depositantes
O que não faz
  • Não acompanha separação: nesta altura o que se conta é volume fechado, e linha de pedido pendente se enxerga no cockpit de separação.
  • Não move a carga com a etiqueta do embarque: ela é papel, e não ato, não libera, não fecha, não expede e não muda a situação de nada.
  • Não conta volume que não foi lido: o que entrou no veículo sem leitura não existe para a contagem nem para o livro-razão de volumes, e chega ao destino como excedente sem rastro de saída.
  • Não enxerga volume ainda em montagem na bancada: ele não entra como pendente da carga, então a contagem pode parecer completa enquanto falta caixa por embalar.
  • Não desfaz o trabalho físico quando a carga é cancelada: o agrupamento deixa de existir, os volumes continuam na doca e alguém precisa lhes dar destino.
  • Não conserta divergência de lacre por digitação: número registrado diferente do lacre físico é indício de violação e se apura como ocorrência, não acertando o campo na tela.
  • Não separa por pedido o que está reunido num suporte de carga: a leitura do suporte embarca tudo o que ele carrega, e o pedido que coabita com outros é absorvido pela carga junto com eles.
  • Não escolhe por conta própria se a leitura é do suporte ou do volume: quem decide é a exigência do depositante, e ela recusa a leitura do outro tipo.

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