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Recebimento no WMS

Recebimento por documento, por SSCC e por manifesto, com conferência e triagem antes de a mercadoria entrar no estoque.

2 capacidades, todas disponíveis · situação declarada capacidade a capacidade

Disponível

Recebimento nas três modalidades

Recebe por documento, por manifesto e por etiqueta de volume, com conferência no coletor e fechamento de uma vez só.

As formas de receber e como escolher entre elas

O armazém recebe de quatro maneiras diferentes, e a escolha entre elas define quanto tempo de conferência a carga vai custar e quanta divergência vai sobrar depois.

Ajustar o esforço de conferência ao que o fornecedor consegue entregar de informação. Quando ele manda o documento antes do veículo, a operação confere contra o esperado. Quando ele etiqueta o palete na origem, a operação lê o palete inteiro em um bipe. Quando o volume é grande e homogêneo, ela lança a quantidade em bloco. E quando não há documento nenhum, o que se conta passa a ser o que entra.

  • Documentos de Entrada
  • Monitor de Contentores
  • Depositantes
  • Itens
  • Fornecedores
O que não faz
  • Não escolhe a modalidade na hora da descarga: ela já vem decidida pela combinação de fornecedor e tipo de carga, no cadastro do dono da mercadoria, do fornecedor e do tipo do documento, e é revista quando o perfil de entrega muda.
  • Não faz o fornecedor mandar o documento antes da carga: a modalidade é consequência do que ele consegue enviar. Quando ele não identifica o palete na origem, a casa pode planejar as unidades logísticas pela norma e imprimir as etiquetas, mas alguém ainda tem de montar o palete exatamente como a etiqueta descreve, e é isso que a leitura em um bipe passa a confiar.
  • Não impede que o palete etiquetado na origem venha com conteúdo diferente do declarado: um bipe substitui a contagem porque confia na declaração, e o desvio só aparece quando alguém abre e conta.
  • Não trata a diferença que a conferência encontra: dentro da tolerância a entrada segue, fora dela o documento fica marcado como divergente e passa para a conciliação.
  • Não corrige o cadastro do produto: quando a contagem bate no número de volumes e erra no total, a conversão de embalagem se acerta em Cadastros Mestres > Itens, e até lá toda carga do mesmo produto repete a diferença.

Planejar os paletes pela norma e etiquetar antes de a carga chegar

No documento de entrada, o sistema monta as unidades logísticas pela norma de paletização do produto, um código por palete, com produto, lote e quantidade, e manda as etiquetas para a impressora do armazém antes de o veículo encostar.

Preparar a descarga quando o fornecedor não identifica o palete na origem. O planejador pede a sugestão, confere palete a palete o que o sistema montou, aceita, salva e imprime: cada palete passa a ter um código que a doca lê em um bipe, e a etiqueta já traz a lista do que aquele palete tem de conter. Uma linha de 150 unidades de um produto cuja norma é 60 vira três unidades logísticas, 60, 60 e 30.

  • Documentos de Entrada
  • Monitor de Contentores
  • Itens
  • Depositantes
  • Etiquetas ZPL
  • Pontos de Impressão
O que não faz
  • Não gera o código padronizado internacional de contentor: o código que o sistema cria é próprio do armazém e serve para a leitura interna, código internacional exige um prefixo de empresa que o sistema não cadastra hoje.
  • Não junta produtos diferentes no mesmo palete sugerido: cada unidade logística leva um produto e um lote, ainda que o cadastro do produto permita palete misto. Palete misto continua possível criando a unidade à mão.
  • Não estima a norma de quem não tem: produto sem norma cadastrada volta como impedimento, e não como palete com quantidade arredondada.
  • Não grava nada ao sugerir: as unidades logísticas aceitas só passam a existir quando o documento é salvo, e a etiqueta só sai do que está salvo.
  • Não cria o layout da etiqueta nem a impressora: os dois são cadastro de tela, feitos uma vez, e sem eles o pedido de impressão é recusado com a frase que diz o que falta.
  • Não confere se o palete físico foi montado como o papel diz: a leitura em um bipe recebe o que a etiqueta promete, e a diferença só aparece quando alguém abre o palete.

Documentos de entrada, cargas e contentores

O ciclo completo da entrada: o documento que anuncia o que vem, a carga que chega no veículo, a descarga que identifica o que desceu, e a passagem para a guarda.

Dar um lugar a cada momento da entrada. O documento existe antes do veículo e diz o que se espera. A carga existe quando a placa encosta e junta, sob um evento só, tudo o que veio naquele veículo. O contentor existe quando o produto desce e ganha identificação. Sem essa separação, a operação tenta resolver tudo em uma tela e perde o rastro de onde a carga travou.

  • Documentos de Entrada
  • Manifestos / Cargas
  • Monitor de Contentores
  • Conciliação
  • Transportadoras
O que não faz
  • Não leva a mercadoria até o endereço definitivo: o ciclo termina com o palete identificado no endereço de recebimento, e o que fica parado ali aparece no acompanhamento de contentores como acúmulo à espera da guarda.
  • Não fecha a diferença entre o recebido e a previsão: documento que não fechou é levado para Recebimento > Conciliação, e a entrada não é dada por concluída com diferença pendente.
  • Não conserta documento errado por renumeração: o número não se troca depois de a carga começar a descer, documento errado se cancela e se refaz.
  • Não aceita ajuste de escritório na quantidade recebida: esse número é resultado da descarga, e alterá-lo à mão para bater com a previsão apaga a divergência da tela sem mudar o que está no endereço.
  • Não abre no coletor a manutenção de cadastro, de vínculo, de parâmetro ou de encerramento: isso se resolve no painel, por quem responde pela regra, enquanto o equipamento de mão registra o fato físico no momento em que ele acontece.

Conciliação: fechar a diferença entre o que veio e o que foi contado

O lugar onde a diferença entre o esperado e o contado é tratada por decisão explícita: aceitar dentro da tolerância, recusar, ou reter para inspeção.

Impedir que uma carga seja dada por recebida com diferença pendente. A conciliação compara, documento a documento e produto a produto, o que o fornecedor anunciou com o que a doca contou, e obriga alguém a decidir o que fazer com a sobra, com a falta e com a avaria, em vez de deixar o estoque absorver a diferença em silêncio.

  • Conciliação
  • Documentos de Entrada
  • Manifestos / Cargas
  • Ocorrências
  • Motivos de Avaria
O que não faz
  • Não corrige documento que nasceu errado: previsão digitada errada se acerta no próprio documento de entrada, e tratá-la aqui é decidir sobre uma diferença que nunca existiu no chão.
  • Não conta nem reconta a mercadoria: quando a decisão exige recontagem, ela é feita no coletor por quem está com o produto na mão, e a conciliação passa a comparar contra o número que voltou de lá.
  • Não é o lugar de revisar a régua: mexer na tolerância para uma divergência específica caber dentro dela muda todas as cargas seguintes daquele dono de mercadoria. A régua se revisa em Cadastros Mestres > Depositantes, fora do calor do problema.
  • Não incorpora a sobra ao estoque disponível por conta própria: o que veio a mais fica retido e é tratado com o fornecedor antes de ser liberado, porque sobra costuma ser carga de outro destino embarcada por engano.
  • Não recupera a cobrança do transporte quando a avaria só é percebida depois que o veículo saiu: o registro com motivo continua valendo para o histórico, mas o ponto de corte da responsabilidade é a doca com o veículo ainda presente.

Apontamento de transferência: receber pelo coletor o que chegou sem documento

A entrada de mercadoria transferida de outra unidade do mesmo cliente, apontada no coletor sem documento do cliente: o operador aponta o que desceu, o sistema numera o aviso, o livro-razão diz Aviso de Transferência e o palete nasce pronto para a guarda.

Dar entrada honesta ao que chega sem papel. Antes desta rotina, a saída era o ajuste de entrada, que põe saldo direto em estoque, sem passar pela guarda e com a origem registrada como ajuste, de modo que o livro-razão não distinguia «corrigi o estoque» de «chegou mercadoria». Aqui a mercadoria entra como recebimento: com identificação de documento dada pelo sistema, com o movimento certo no livro-razão e com o palete indo para a guarda como qualquer outra entrada.

  • Apontamento de Transferência
  • Workflows
  • Tipos de Transação
  • Depositantes
  • Itens
  • LPN
  • Auditoria (Ledger)
O que não faz
  • Não confere contra nada: não existe quantidade prevista nesta jornada, e por isso não existe divergência de recebimento a apurar. O que o operador aponta é o que entra.
  • Não atribui valor à mercadoria: a entrada nasce sem valor unitário, de propósito, porque não há documento do cliente que o declare.
  • Não gera documento para quem está fora do armazém: o aviso é numerado pelo sistema, para uso interno, e não é enviado a nenhum sistema do cliente.
  • Não se desfaz: apontamento errado se corrige com ajuste de saída sobre o palete, depois de ele ter sido guardado, e os dois lançamentos ficam visíveis no livro-razão.
  • Não manda para a guarda o palete que ainda não fechou a norma: enquanto está em formação ele fica fora do radar da guarda, e é o encerramento pela tela que o libera.
  • Não substitui o recebimento por documento, por manifesto ou por unidade logística: quando existe o que conferir, a modalidade que confere é a que vale.
  • Não aceita suporte de carga que já está em movimento para a guarda, nem suporte com mercadoria de outro dono, nem suporte virtual de endereço: cada caso é recusado no bipe, com a frase que diz o motivo.
Disponível

Avaria e motivo

Registra a avaria no recebimento com motivo escolhido de uma lista fechada.

Avarias, bloqueios e quarentena

Como um saldo deixa de estar disponível para venda sem sair do endereço, quem pode devolvê-lo à disponibilidade e por que o motivo vem de uma lista fechada.

Separar o que existe fisicamente do que pode ser prometido a um pedido. Produto amassado, caixa molhada, lote em análise de qualidade ou mercadoria sob recolhimento continuam ocupando endereço, e devem continuar aparecendo na contagem, mas não podem ser oferecidos à separação. A situação do saldo é o que faz essa distinção sem ninguém precisar esconder produto ou tirá-lo do sistema.

  • Motivos de Avaria
  • Saldos
  • Ocorrências
O que não faz
  • Não acerta falta física: mercadoria que não está no endereço é divergência de inventário e tem tratamento próprio no domínio de estoque, não aqui.
  • Não tira o saldo da contagem: o produto indisponível continua ocupando endereço e continua sendo contado; o que ele perde é a oferta às missões de separação.
  • Não decide o destino do saldo parado: a triagem da ocorrência é do usuário-chave, e devolução, venda alternativa ou descarte dependem da decisão do dono da mercadoria.
  • Não dá baixa no produto irrecuperável: a saída é por movimento de descarte com a autorização registrada, e nunca por ajuste de contagem, que esconderia a perda no indicador de acuracidade.
  • Não desfaz reserva já criada: missão gerada antes do bloqueio continua apontando para aquele saldo até alguém tratá-la endereço a endereço.

Conciliação: fechar a diferença entre o que veio e o que foi contado

O lugar onde a diferença entre o esperado e o contado é tratada por decisão explícita: aceitar dentro da tolerância, recusar, ou reter para inspeção.

Impedir que uma carga seja dada por recebida com diferença pendente. A conciliação compara, documento a documento e produto a produto, o que o fornecedor anunciou com o que a doca contou, e obriga alguém a decidir o que fazer com a sobra, com a falta e com a avaria, em vez de deixar o estoque absorver a diferença em silêncio.

  • Conciliação
  • Documentos de Entrada
  • Manifestos / Cargas
  • Ocorrências
  • Motivos de Avaria
O que não faz
  • Não corrige documento que nasceu errado: previsão digitada errada se acerta no próprio documento de entrada, e tratá-la aqui é decidir sobre uma diferença que nunca existiu no chão.
  • Não conta nem reconta a mercadoria: quando a decisão exige recontagem, ela é feita no coletor por quem está com o produto na mão, e a conciliação passa a comparar contra o número que voltou de lá.
  • Não é o lugar de revisar a régua: mexer na tolerância para uma divergência específica caber dentro dela muda todas as cargas seguintes daquele dono de mercadoria. A régua se revisa em Cadastros Mestres > Depositantes, fora do calor do problema.
  • Não incorpora a sobra ao estoque disponível por conta própria: o que veio a mais fica retido e é tratado com o fornecedor antes de ser liberado, porque sobra costuma ser carga de outro destino embarcada por engano.
  • Não recupera a cobrança do transporte quando a avaria só é percebida depois que o veículo saiu: o registro com motivo continua valendo para o histórico, mas o ponto de corte da responsabilidade é a doca com o veículo ainda presente.

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